Vou ser bem sincera, por incrível que pareça eu não assisti o jogo do Brasil ao vivo, to assistindo o compacto do jogo agora (no meu trabalho), e então eu vou da a minha opinião a respeito do jogo.
Foi uma batalha, e só mesmo no sentido bélico dessa palavra, o "amistoso'' de ontem entre Estônia e Brasil, em Tallin. Em um duelo de pobre técnica de acordo com o tamanho do estádio(10 mil lugares, 1500 deles vazios), o time de Dunga venceu por 1 a 0 e completou seu 17º jogo invicto - tem agora a maior série sem derrotas da seleção nacional nesta década.
Seria demais pedir para que o Brasil, com jogadores que acabaram de voltar das férias atuassem bem. Mas o time não precisava dar uma demonstração de falta de "fair play", o que foi admitidos pelos própios atletas.
Os anfitriões que começaram a bater. Até fizeram mais faltas 21 contra 16 do Brasil.
Mas as entradas mais duras foram as dos brasileiros. Tanto que o time levou levou 6 cartões amarelos, o recorde da era Dunga como treinador e um número totalmente fora dos padrões para um ''amistoso''.
É só comparar com o que ocorreu nos últimos seis jogos desse tipo da seleção: foram só quatro amarelos ao todo.
Aos 41 minutos do primeiro tempo, depois de falta sofrida por Maicon, ele e jogadores perderam a paciência com o juiz sueco. Gilberto Silva e Kaká, fluentes em inglês, discutiram com ele no meio-campo enquanto Dunga reclamava, revoltado na beira do gramado, gesticulando como se mandassem seus jogadores também "darem neles".
Aí, então o time resolveu jogar um pouco. Aos 44 minutos do 1º tempo, Luís Fabiano aproveitou sobra, na marca do pênalti,para abrir o placar e continuar sendo o salvador da pátria - são 17 gols em 20 partidas com Dunga.
E ai o jogo que era tido como um ''jogo-treino'' estava cada vez mais violento...
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
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